A Profecia (1976)

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“Woe to you, Oh Earth and Sea,
for the Devil sends the beast with wrath,
because he knows the time is short…
Let him who hath understanding reckon
the number of the beast for it is a human number,
it’s number is Six hundred and sixty six”

Eis o iníci0 de uma das músicas mais famosas da história do Heavy Metal que, segundo o Wikipédia, teria sido inspirada em um pesadelo que o baixista Steve Harris teve após assistir a uma das sequências do A Profecia. Mito ou verdade, o fato é que não dá para duvidar que alguém tenha pesadelos após assistir a história do menino Damien, o anticristo, a encarnação do próprio satã que vem ao mundo trazendo o sertanejo universitário e o axé seu império de terror e maldade. HELL YEAH!

Quando o filho de Robert (Greogory Peck) e Katherine Thorn (Lee Remick) morre durante o parto, Robert aceita o conselho de um padre que encontrava-se no hospital e adota imediatamente, sem o conhecimento da esposa, um menino que também acabara de nascer e perdera a mãe. Os anos passam, a carreira de Robert como embaixador dos EUA está indo cada vez melhor e ele forma uma família feliz com Katherine e Damien, que já está com 5 anos. Tudo estava indo perfeitamente bem até que a babá de Damien suicida-se durante uma festa de aniversário organizada para o menino. Depois desse trágico episódio, um padre tenta avisar Robert sobre a verdadeira natureza de Damien, momento onde várias mortes e acidentes inexplicáveis começam a acontecer ao redor da família.

A Profecia, junto com o O Bebê de Rosemary e O Exorcista podem ser considerados como os pilares dos filmes de terror/suspense que envolvem temas religiosos, praticamente todo filme que foi feito depois deles baseou/copiou alguma coisa dos elementos que os tornaram clássicos absolutos do gênero. Mesmo que o diretor Richard Donner (Máquina Mortífera, Superman – O Filme, Os Goonies) use em A Profecia muitos elementos do O Bebê de Rosemary, lançado 8 anos antes, ele merece esse lugar na história do cinema por pegar aquele terror psicológico e aquela atmosfera sombria criada pelo Roman Polanski e acrescentar cenas de morte extremamente visuais e perturbadoras. Não convém descrever a cena, mas desafio alguém a ficar indiferente a “cena do vidro”, é quase impossível não ficar angustiado. Esse é daqueles obrigatórios para os fãs de filmes de terror e suspense, principalmente para quem acha que esse é um dos gêneros mais decadentes do cinema atual.

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